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O amor é o sentimento que todo mundo diz ter, saber sentir, dedicar e compartilhar. Pensado pela filosofia, recitado pela poesia, cantado e tocado pelos maiores músicos do mundo em todas as eras possíveis, é, sem dúvida, um substantivo absoluto. Mas será que todos são capazes de acreditar no amor? Porque dizer ser consciente de sua existência, nada mais é do que seguir a opinião de quase todo o mundo, mas quantos têm coragem de apostar nele?
Muitas histórias e estórias estão registradas, contando sobre pessoas que apostaram no amor, por vezes até a vida. E qual a recompensa de quem investe aquilo que tem de mais precioso em amar, senão o próprio amor? Não se espante, é isso mesmo: o amor é a recompensa de quem ama. A pessoa, a coisa, o lugar, enfim, qualquer que seja o alvo do amor, não é e nunca será a recompensa de quem ama; quem ama já provou daquilo que é mais excelente em todas as relações, isto é, o próprio amor. Portanto, já é um vencedor na aventura de existir.

Em tempos de imperialismo da superficialidade, urge a necessidade de amar sem reservas. Não há o que temer, pois para o amor não existem pessoas tolas ao amar, tolos são aqueles que temem as consequências sem ao menos arriscar. E quando se prova do verdadeiro amor não há medo que resista.

Amor consiste em querer amar. Só é, quando deixa de ser apenas substantivo e evolui para verbo. É muito mais do que um sentimento, é ação. É vontade e escolha, e, portanto, também, razão.

Para vivenciar todo o prazer de amar é necessário acreditar nele, e eu, embora cheio de desilusões no pouco tempo de vida que tenho, creio no amor porque ele é a mais bela expressão da divindade. Entre tantos deuses que existem na imaginação humana, só existe um que é real e verdadeiro, e este só o é porque na sua plenitude é, como ele mesmo se define, amor.

Descrer do amor é descrer de Deus; o contrário também é verdadeiro.

Em Cristo, a exata encarnação do amor,

Will

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